Quando falo em projeto de interiores, penso sempre em uma palavra: realidade. Criar ambientes que sejam verdadeiros. Nada se impõe.
Em um primeira reunião, faço uma espécie de reconhecimento. Levo uma pasta com várias referências de peças de design, decor e estilos de projeto, para este cliente olhar atentamente, e espontaneamente indicar o que mais lhe atrai. A princípio, pode parecer um pouco didático, mas é a melhor maneira de descobrir
um caminho a seguir.
O segundo passo é ser extremamente direto. Estamos falando de algo concreto, que deve ser definido em um plano de ação. Portanto: quanto você tem reservado financeiramente para esse projeto? A partir daí, é possível encarar de uma forma objetiva a realização do todo.
E finalmente, peço para que deixe bem claro o que espera do espaço que quer montar: um espaço totalmente privado e para a própria satisfação, um espaço para receber e mostrar; ou as duas coisas.
Acredito que com este caminho, é possível realizar o que chamei de real, e não o que se idealiza em editoriais de revistas. Unindo coisas bacanas à uma realidade pessoal, chegando a algo que mostre o universo do qual este cliente faz parte, ou deseja fazer. Sem deixar de lado sua história, transformando referências de uma vida em algo inerente à este novo universo, de uma forma harmoniosa e saudável, mostrando que aquele espaço é uma verdadeira extensão de quem o habita.
Como sempre digo, um espaço para ser lembrado.
(É importante enfatizar que as imagens deste site
são em meu showroom / casa,
e seguem uma proposta bem específica de decor,
misturando o vintage com o moderno,
o design com o fun.
Ou seja, a proposta do espaço;
e não é um exemplo de projeto para clientes)